sábado, 21 de dezembro de 2013

O Econatal é uma forma alternativa de festejar o Natal, onde o importante não é o valor económico do que se oferece, mas antes oferecer algo de forma muito especial: dar um pouco de você, dar uma presente ecológico, dar ajudando em vez de destruindo!
Aproveite esta época para refletir e ponderar sobre os seus hábitos e as suas verdadeiras necessidades. Opte por presentes ecológicos, justos e verdadeiramente solidários. Ou então faça as suas próprias prendas! Os seus amigos e familiares receberão assim algo mais pessoal.
 
Neste Natal, pensa no Natal do planeta Terra! Não o "consumas"!
 
Visita o site do Eco Natal. Lá você encontrará mais informação e ideias para presentes. http://gaia.org.pt/econatal
 
Feliz Econatal !
São os votos da Coordenação do Mestrado Profissional em Gestão Ambiental do IFPE

sábado, 14 de dezembro de 2013

 
 Desejo a todos do MPGA UM 2014 repleto de idéias sustentáveis.
Com a exclusividade da caatinga
Com a coragem doAgreste
 e a alegria do Litoral
 é o que lhes desejam.
 
Pat Arruda  e Pat Caldas - Discentes do MPGA - Campus Recife

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Gestão Ambiental do IFPE faz visita técnica ao Serta

Estudantes do Mestrado Profissional em Gestão
Ambiental (MPGA). Foto: Adriana Leal
Ontem (29/11), um grupo de estudantes da graduação de Tecnologia em Gestão Ambiental e do Mestrado Profissional em Gestão Ambiental do IFPE Campus Recife, visitaram o Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), em Glória de Goitá, Pernambuco. Cerca de 30 estudantes foram acompanhados pelas Professoras Núbia Medeiros e Sofia Brandão.  O objetivo da visita foi ampliar o compartilhar de conhecimento entre os estudantes do IFPE e os estudantes do Serta, com foco na agroecologia e tecnologias alternativas sustentáveis.
Num primeiro momento houve um debate entre os estudantes do IFPE sobre a vida campesina. Os estudantes apontaram as vantagens e desvantagens de morar na zona rural, e houve um consenso em relação à falta de políticas públicas e tecnologias que facilitem a vida na zona rural.
Horta orgânica. Foto: Adriana Leal.
Os estudantes também conheceram as tecnologias alternativas desenvolvidas pelo Serta, como o biodigestor, banheiro seco, fogão solar, garrafa de água, pufe de pet, aquecimento solar com garrafas pet, cisterna de placa, cisterna de boia, dentre outras. Os próprios estudantes do Serta recepcionaram os estudantes do IFPE e apresentaram as tecnologias. Os estudantes conheceram as técnicas como a produção de composto orgânico e caldas repelentes para agricultura.
Palestra sobre agroecologia com Paulo, estudante do Serta.
Foto: Adriana Leal
O Serta ainda mantém uma horta orgânica que é cuidada pelos funcionários, estudantes e estagiários da organização. Os alimentos produzidos são utilizados na própria organização, que funciona também como internato, além de receber visitas de ONGs, escolas e universidades, e também são comercializados, evidenciando a sustentabilidade ambiental.


O Serta - Com mais de 20 anos de atividade, o Serta (Serviço de Tecnologia Alternativa) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que tem como missão formar jovens, educadores/as e produtores/as familiares, para atuarem na transformação das circunstâncias econômicas, sociais, ambientais, culturais e políticas, na promoção do desenvolvimento sustentável do campo. A organização foi fundada em 1989 a partir de um grupo de agricultores, técnicos e educadores que desenvolviam em comunidades rurais uma metodologia própria para a promoção do meio ambiente, a melhoria da propriedade e da renda e o uso de tecnologias apropriadas. Desde sua origem, teve como foco o desenvolvimento e reconhecimento da importância da agricultura familiar.
Momento da visita de campo. Foto: Adriana Leal
Atualmente, O Serta atua a partir de dois campi: em Ibimirim, às margens do Açude Poço da Cruz, e, em Glória do Goitá, no Campo da Sementeira. Obteve o credenciamento do Conselho Estadual de Educação e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco (Sectma) para constituir, nos dois campi, escolas técnicas de formação profissional – Centro Tecnológico da Agricultura Familiar – reconhecendo-se a formação dos ADL – Agentes de Desenvolvimento Local – na categoria de curso profissional de Nível Médio Técnico em Agroecologia.




I Encontro de Diálogos LAPIGA - UFPE


terça-feira, 26 de novembro de 2013

A gestão ambiental e as empresas

A proteção do ambiente não está somente associada à conservação da natureza, das espécies selvagens e dos habitats. As empresas também têm de apresentar mecanismos e soluções de proteção ambiental que passam pela implementação de Sistemas de Gestão Ambiental (SGA). A gestão ambiental nas empresas consiste em criar formas de proteger o ambiente em termos de monitorização de parâmetros com potenciais impactos no ambiente e implementar metodologias de proteção do ambiente através de tecnologias adequadas ao tratamento da água, dos efluentes gasosos, do ruido e dos resíduos sólidos, de modo a dar cumprimento aos normativos legais para garantia da qualidade e da proteção ambiental.

Os Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) das empresas têm como objetivo melhorar o desempenho ambiental da organização, fazendo com que estas se comprometam a avaliar e a reduzir o impacto ambiental e melhorar continuamente o seu desempenho ambiental, seguindo os princípios da qualidade definidos na norma ISO 14001. As informações publicamente disponíveis sobre o desempenho ambiental de uma organização são um aspeto importante do objetivo a atingir e constitui parte da imagem de marca de uma empresa, assumindo um caracter voluntário por parte da empresa. Uma das formas de promoção e anúncio das preocupações ambientais da empresa constitui a colocação do símbolo do rótulo ecológico nos produtos, atividades e serviços, comprovando ser uma ferramenta visual atraente, e que demonstra o compromisso da organização para melhorar o seu desempenho ambiental. Compete aos engenheiros de ambiente numa empresa criar condições para manter o sistema de gestão ambiental atualizado e a funcionar. Uma organização deve cumprir as seguintes etapas para melhorar o desempenho do seu SGA:

- Realizar uma análise ambiental, considerando todos os aspetos ambientais das atividades da organização, produtos e serviços, definir métodos para avaliar estes aspetos, no âmbito do quadro legal e regulamentar aplicável e as práticas de gestão ambiental existentes, assim como estabelecer os respetivos procedimentos adequados à proteção da qualidade da água, dos efluentes gasosos, do ruido e da boa gestão de resíduos.

- Adotar uma política ambiental que contenha o compromisso tanto para cumprir toda a legislação ambiental relevante e alcançar melhorias contínuas no desempenho ambiental.

- Desenvolver um programa ambiental que contém informações sobre os objetivos e metas ambientais específicas. O programa ambiental é uma ferramenta para ajudar a organização em seu trabalho diário ao planear e implementar as melhorias.

- Desenvolver metodologias para tornar eficaz o processo e consequentemente atingir a política ambiental da organização e melhorar continuamente o desempenho ambiental. O sistema de gestão precisa definir responsabilidades, os meios para alcançar os objetivos, procedimentos operacionais, necessidades de formação e implementação das ações de melhoria, prever medidas de monitorização e sistemas de comunicação.

- Realizar auditorias ambientais avaliando em particular o sistema de gestão em vigor e de conformidade com a política e o programa da organização, bem como a conformidade com os requisitos ambientalmente relevantes.

As preocupações atuais com as mudanças ambientais e climáticas ilustram claramente a necessidade de promover esforços no sentido mais eficiente de gestão dos recursos e processos de produção incluindo tecnologias eco-inovadoras como as melhores tecnologias disponíveis (BAT – Best Available Technologies). É importante fomentar nas empresas o desenvolvimento de políticas de gestão sustentável dos recursos naturais como a água, energia e do ambiente em geral, a fim de explorar plenamente o potencial do sistema para melhorar a eficiência dos recursos dos processos produtivos e inclusive levar à redução de custos associados a perdas de massa e energia na empresa e com consequências no aumento da competitividade e dos lucros. O crescimento sustentável baseado numa economia mais eficiente dos recursos, mais ecológica e mais competitiva faz parte da estratégia da Europa 2020. 

Fonte: www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=20653

sábado, 16 de novembro de 2013

Rede Wwf Oferece Bolsa De Estudos Em Conservação Ambiental Para 2014

Com o objetivo de promover a capacitação profissional na área de conservação ambiental em níveis local e nacional, a Rede WWF criou a Bolsa Prince Bernhard voltado para estudantes e profissionais. O principal objetivo é prover suporte financeiro para treinamento de curto prazo ou estudos formais, para que o indivíduo possa contribuir de maneira mais eficiente com a conservação ambiental em seu próprio país. A Bolsa Prince Bernhard privilegia candidatos atuantes em conservação da África, Ásia, Europa Central e Leste Europeu, Oriente Médio, América Latina e Caribe. Especialmente mulheres e candidatos que trabalhem em organizações não-governamentais (ONGs) são encorajados a se candidatar. A bolsa será concedida para cursos de curta duração, graduação, mestrado ou doutorado com término previsto entre 1º de julho de 2014 e 30 de junho de 2015. O valor máximo concedido para cada bolsa é de 10.000 francos suíços (US$ 10.970). Este suporte financeiro deverá ser usado para pagar taxas do curso, custos de viagem e de subsistência durante o período. As inscrições para o próximo período de seleção da bolsa terminam em 11 de janeiro de 2014. Para se candidatar, acesse o site www.wwf.org.obr/bolsaprincebernhard. Preencha o formulário e envio-o juntamente com os documentos solicitados até 11 de janeirod e 2014 para lep@wwf.org.br Confira mais detalhes em www.panda.org/schorlarships Sobre a Rede WWF: é uma das maiores e mais respeitadas organizações ambientalistas independentes do mundo.  O WWF tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e dispõe de uma rede mundial que atua em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é interromper a degradação do meio ambiente e construir um futuro no qual os seres humanos vivam em harmonia com a natureza.   Informações para a imprensa: Patrícia Ribeiro, tel.: (11) 3074-4747, comunicacao@wwf.org.br

terça-feira, 12 de novembro de 2013

MMA contrata Consultor Pós Graduado em Geoprocessamento ou áreas afins (Publicado em 11/11/2013)

brasao brasileiro
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
SECRETARIA DE EXTRATIVISMO E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL – SEDR
DEPARTAMENTO DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO – DCD
EDITAL n° 007.2013-BRA/07/018 – MMA-PNUD
TERMO DE REFERÊNCIA
Contrato por Produto – Nacional
O candidato deverá enviar Currículo e documentos comprobatórios via Sedex/Carta Registrada para Ministério do Meio Ambiente, Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 7º. Andar, Sala 735, CEP: 70068-900 – Brasília-DF, e/ou por e-mail para o endereço eletrônico edital.dcd.sedr@mma.gov.br, em formato pdf, em até 5 (cinco) dias úteis a contar da publicação do edital – os candidatos deverão OBRIGATORIAMENTE informar na capa do envelope e/ou no título do e-mail o número do Edital n° 007.2013-BRA/PNUD/07/018.
1. NÚMERO, TÍTULO E RESULTADO DO PROJETO
Projeto BRA/07/018 – MMA-PNUD – “Investimento Socioambiental em Ações de Uso e Conservação do Solo em Comunidade Rurais da Bacia do Rio São Francisco”.
2. FUNÇÃO NO PROJETO
Consultor Pessoa Física contratado por Produto para mapear e sistematizar indicadores de linha de base usando critérios da metodologia Land Degradation Assessment in Drylands – LADA reconhecida pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação – UNCCD em duas áreas demonstrativas da Bacia do Rio São Francisco (Alto Sertão-SE e Norte de Minas Gerais), e outras duas regiões constantes nos mapas de áreas susceptíveis a desertificação (Piauí e Paraíba), orientando a implementação e monitoramento de planos de manejo integrados e outras tecnologias socioambientais.
3. UNIDADE DEMANDANTE
Departamento de Combate a Desertificação e Recuperação de Áreas Degradadas, da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente – DCD/SEDR/MMA.
4. JUSTIFICATIVA
O Projeto BRA/07/018 – MMA-PNUD “Investimento Socioambiental em Ações de Uso e Conservação do Solo em Comunidade Rurais da Bacia do Rio São Francisco” foi concebido pelo Projeto Nacional de Gestão Ambiental Rural (Gestar) da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável – SEDR/MMA. Hoje o projeto está sob a responsabilidade do Departamento de Combate à Desertificação e Recuperação de Áreas Degradadas – DCD, instância da SEDR/MMA responsável pela elaboração e implementação do Plano Nacional de Combate à Desertificação em todas as Áreas Susceptíveis à Desertificação (ASD), e Ponto Focal Técnico da
Convenção das Nações Unidas de Combate a Desertificação – UNCCD no país.
Os objetivos do BRA/07/018 abrangem, dentre outras ações, o apoio a iniciativas que destaquem a importância dos ativos ambientais em base sustentável para a matriz econômica das famílias rurais, e a criação de ambientes favoráveis ao combate da degradação socioambiental em assentamentos rurais nas áreas prioritárias da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. As famílias rurais em questão pertencem aos mais diversos grupos: produtores familiares, pescadores artesanais, comunidades de fundo de pasto, comunidades quilombolas, indígenas, entre outros povos e comunidades tradicionais existentes.
As atividades já iniciadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) na área de abrangência do projeto contribuirão para que a mobilização social e as parcerias (firmadas e a firmar) deem sustentabilidade às ações de validação e capacitação previstas. Vale frisar que concomitante a qualquer tipo de intervenção, para que esta atinja resultados positivos, é necessária a participação dos atores sociais envolvidos no processo, abrangendo as diversas variáveis socioambientais e possibilitando que as atividades sejam implementadas pela comunidade alvo da ação.
Na primeira fase do projeto (2007-2010) foram organizadas sete iniciativas para elaboração dos Projetos Executivos (PE) de combate aos processos erosivos, de recuperação de áreas degradadas, e de prevenção da degradação dos solos baseadas em tecnologias sociais. Tais projetos englobam mais de 257 comunidades em 92 municípios de cinco Estados da Federação (Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco), todos situados na Bacia do Rio São Francisco.
Para a segunda fase, foi realizada uma revisão substantiva, com o intuito de possibilitar a apropriação pelas comunidades dos resultados; demanda de estruturação e montagem de banco de dados com os resultados dos estudos, para subsidiar a implementação dos PT; e a viabilização de parcerias com organizações dos setores público e privado.
Em decorrência da necessidade de implementação das técnicas e boas práticas em manejo sustentável integrado dos recursos naturais previstos nos Projetos Executivos e a eficiente integração das ações e iniciativas governamentais em voga, atendendo inclusive as recomendações internacionais para monitoramento e avaliação de indicadores utilizadas pela UNCCD, e considerando a diversidade sociocultural, econômica e ambiental do escopo de atuação deste BRA, essa consultoria se faz necessária para viabilizar as ações e construir o processo de institucionalidade previstos no Projeto, em consonância com as ações do DCD/SEDR/MMA.
5. ENQUADRAMENTO DA CONSULTORIA – NÚMERO DO RESULTADO NO PRODOC
A consultoria enquadra-se, dentro do Projeto BRA/PNUD/07/018, no Resultado 4. Iniciativas governamentais e não-governamentais para o desenvolvimento das comunidades rurais e a sustentabilidade das ações socioambientais de uso e conservação do solo, coordenadas e integradas.
6. OBJETIVO DA CONSULTORIA
Este Termo de Referência tem como objetivo de mapeamento e sistematização de informações e indicadores de linha de base (background), usando critérios da metodologia Land Degradation Assessment in Drylands – LADA reconhecida pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação – UNCCD em duas áreas demonstrativas da Bacia do Rio São Francisco (Alto Sertão-SE e Norte de Minas Gerais), e outras duas regiões constantes nos mapas de áreas susceptíveis a desertificação (Piauí e Paraíba), orientando a implementação e monitoramento de planos de manejo integrados, dos projetos técnico executivos e outras tecnologias socioambientais.
7. LOCAL DE TRABALHO
Os serviços deverão ser executados preferencialmente na cidade de Brasília-DF e Estados/Comunidades Beneficiadas. O acompanhamento do trabalho desenvolvido pelo (a) contratado (a) será realizado por meio de reuniões presenciais, contatos telefônicos e por e-mail, sob a coordenação do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente – DCD/SEDR-MMA.O
DCD/SEDR-MMA estará disponível para a consulta de dados e documentos pertinentes, bem como para a realização de reuniões com a sua equipe técnica e entrega dos produtos da consultoria.
8. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
I. Elaborar metodologia de mapeamento de níveis de degradação considerando indicadores de degradação de terras baseados em experiências e linhas de orientação internacionais como Sistemas de Uso da Terra (Land Use System – LUS) do projeto LADA/WOCAT e Tracking Tool do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF);
II. Identificar áreas representativas de diferentes cenários de degradação de terras com potencial para intervenção e implementação de tecnologias socioambientais, incluindo as estabelecidas nos PTEs para uso e conservação do solo;
III. Preparar relatórios de avaliação do andamento das atividades, com análise crítica dos trabalhos previstos e executados, além de sugestões estratégicas para a implementação de trabalhos pendentes ou futuros;
IV. Manter contato frequente com as interfaces e colaboradores do Projeto;
V. Colaborar com as redes de conhecimento e práticas relacionadas ao projeto, acompanhando atividades de campo, entre outros;
VI. Subsidiar o Departamento de Combate a Desertificação na tomada de decisões relativas à temática do Projeto;
VII. Participar de reuniões técnicas nos Estados e junto a direção do Projeto; e
VIII. Participar de visitas de campo nas comunidades.
9. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS
Os produtos e resultados esperados se encontram abaixo descritos.
PRODUTO 1: Metodologia para mapeamento dos níveis de degradação ambiental em assentamentos rurais e pequenas propriedades considerando a aplicação de ferramenta de monitoramento LUS (Land Use System) LADA/WOCAT e os indicadores ambientais de degradação de terras. O Relatório deverá conter também uma visão crítica sobre a utilização da ferramenta de monitoramento para projetos e ações de implementação de manejo integrado de uso sustentável e outras tecnologias socioambientais nas Áreas Susceptíveis à Desertificação.
PRODUTO 2: Mapeamento dos usos da terras e níveis de degradação ambiental dos sete municípios de Alto Sertão-SE, definidos como área demonstrativa para os PTE e outras iniciativas governamentais de manejo integrado seguindo a metodologia definida no produto 1.
PRODUTO 3: Mapeamento dos usos da terras e níveis de degradação ambiental da região Norte do Estado de Minas Gerais, para identificação de áreas demonstrativas para difusão e monitoramento de ações e iniciativas governamentais de manejo integrado seguindo a metodologia definida no produto 1.
PRODUTO 4: Mapeamento dos usos da terras e níveis de degradação ambiental do Estado de Piauí, para identificação de áreas demonstrativas para a difusão das ações e iniciativas governamentais de manejo integrado seguindo a metodologia definida no produto 1.
PRODUTO 5: Mapeamento dos usos da terras e níveis de degradação ambiental do Estado da Paraíba, para identificação de áreas demonstrativas para a difusão das ações e iniciativas governamentais de manejo integrado seguindo a metodologia definida no produto 1.
10. PADRÃO PARA ENTREGA DOS PRODUTOS
O Consultor deverá apresentar os produtos especificados no item 9 em meio digital sob a forma de minuta, e em reunião específica quando solicitado. Após análise e aprovação dos produtos, o Consultor deverá encaminhá-los para a Coordenação do Projeto em 02 (duas) vias originais impressas (papel formato A4, encadernados com capa plástica e espiral) e em meio digital (2 CDs). A elaboração dos relatórios deverá seguir os padrões estabelecidos pelo DCD/SEDR/MMA e o PNUD.
11. PERFIL PROFISSIONAL
11.1. Formação Acadêmica
11.1.1. Curso Superior Completo na área de Engenharia Florestal, Engenharia Ambiental, 4 de 12Ciências Ambientais, Geografia ou áreas afins;
11.1.2. Pós-Graduação em Geoprocessamento, Sistemas de Informação ou áreas afins;
11.1.3. Experiência mínima de cinco anos na área ambiental, de forma individual ou associada.
11.2. Experiência Profissional
11.2.1. Experiência comprovada em coordenação de projetos de monitoramento e/ou avaliação ambiental nas áreas susceptíveis à desertificação (ASD);
11.2.2. Experiência comprovada em coordenação de trabalhos de mapeamento, diagnóstico e sistematização de dados ambientais com foco em manejo integrado de uso sustentável e recuperação de áreas degradadas e conservação das ASD;
11.2.3. Experiência comprovada na elaboração de zoneamento ambiental/florestal com base em usos potenciais do solo, níveis de degradação e conservação nas ASD.
11.2.4. Experiência em projetos de desenvolvimento rural e conservação ambiental nas ASD.
12. NÚMERO DE VAGAS
O presente Termo de Referência destina-se a contratar 01 (um) consultor(a) especializado(a).
13. PRAZO DE DURAÇÃO DO CONTRATO
O prazo previsto para execução das atividades contidas neste termo de Referência é de 5 (cinco) meses, contados a partir da data de assinatura do contrato.
14. VALOR TOTAL DO CONTRATO
O valor total da consultoria é de R$ 70.000,00 (Setenta mil Reais). Neste valor estão inclusas as despesas para elaboração/entrega dos produtos requeridos. As viagens previstas serão custeadas pelo projeto via SDP, com a devida prestação de contas.